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Os Formatos De Vídeo

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Os formatos de vídeo

Na época  em que a TV já transmitia vídeos ao vivo, ainda não existia gravador de vídeo, videotape e nem o replay. Quando os primeiros aparelhos de videotape foram criados. Essas máquinas eram fixas, do tamanho de um armário de escritório e trabalhavam com fitas em carretéis de 2 polegadas de largura (pouco mais de 5 centímetros!). Não é por acaso, o sistema ficou conhecido como sistema de "2 polegadas".

Criado pela Ampex em 1956, esse sistema foi utilizado na década de 60 em estúdios de TV para pré-gravação e arquivo dos programas transmitidos. Na década seguinte caiu em desuso, quando a mesma Ampex comercializava com sucesso suas novas máquinas, que trabalhavam com fitas em carretéis de "apenas" 1 polegada de largura.

Nessa época, embora já existisse o videotape, sua edição ainda engatinhava, frente às moviolas precisas do mundo do cinema. Isto porque, enquanto no cinema um corte seco era efetivamente traduzido por uma lâmina atravessando de lado a lado a película, nas fitas de vídeo o processo simplesmente não funcionava. O problema, fácil de ser resolvido em cinema - bastava procurar visualmente o limite entre um fotograma e o próximo - era praticamente impossível em vídeo, pois as trilhas magnéticas são invisíveis. Ou...... Quase.

As cabeças de leitura / gravação giravam perpendicularmente ao movimento da fita. E a edição passou a ser mais precisa, sem os pulos das primeiras emendas feitas aleatoriamente, quando os editores descobriram o truque da limalha de ferro.

Tempo depois denominado U-Matic, foi o primeiro formato cuja fita ficava em estojos do tipo cassete, ao invés de rolos. Nessa época, a Sony era líder na fabricação de equipamentos nesse formato. E a mesma Sony criaria, cinco anos mais tarde, o primeiro formato de vídeo desenvolvido para o segmento consumidor, chamado por ela de Betamax, ou, simplesmente, Beta. Utilizava também fita dentro de um cassete, agora ainda mais estreita, com metade da largura de fita dos formatos em rolo: 1/2 polegada.

Um ano mais tarde, em 1976 após a JVC licenciar e iniciar a comercialização de um formato desenvolvido pela Matsushita também para o mercado consumidor. Sua fita também tinha 1/2 polegada de largura e também ficava dentro de um cassete, como no formato Betamax. Porém, rodava com menor velocidade. A fita VHS podia reter duas horas de gravação. Não por acaso, este é o tamanho típico dos filmes vistos no cinema... nasciam assim os filmes em VHS e as primeiras videolocadoras.

 Em 1982 a Sony criaria o sistema Betacam, destinado ao uso profissional. O cassete utilizado era semelhante ao antigo Betamax, mas o sinal gravado era muito melhor. Um ano mais tarde a JVC lançava o VHS-C (VHS Compact) para o segmento doméstico, chamando-o inicialmente de VideoMovie. Tratava-se da mesma fita VHS, porém reduzida em comprimento, permitindo a confeção de cassetes e câmeras menores. 

 A Sony em 1987 criava o Betacam SP, utilizando fitas do tipo MP (Metal Particle) e prometendo imagens melhores. No mesmo ano a JVC abria um novo nicho no mercado, criando um formato destinado ao usuário semi-profissional: o S-VHS. Quando em 1993 surge o Digital Betacam da Sony. Sua imagem de alta qualidade logo tornou-o popular entre os grandes estúdios de TV, substituindo antigos formatos analógicos, como o Betacam SP.

Logo em seguida veio a série dos “D”s no final dos anos 90 que fez sucesso com grandes marcas como Sony, JVC, Panasonic, Phillips, Sharp, Toshiba, Sanyo, Mitsubishi, Thompson e Hitachi. 


Publicado em 12/03/2021 às 12h30 em Tudo sobre o Mundo Analógico

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